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Feedback

“Isto não está bem!” Não é útil. Pode ser a tua reação instintiva, e podes até ter razão. Mas não aponta o caminho para melhorar e quase sempre faz com que as pessoas fiquem na defensiva.

(Um aparte: dizer a alguém para não ficar na defensiva quase sempre produz o efeito oposto.)

Em vez disso, faz perguntas: 

  • “Qual foi a intenção por detrás desta escolha de palavras?” 
  • “Como acha que o utilizador irá interagir quando chegar a esta página?” 
  • “O que queres transmitir com este esquema de cores?”

As perguntas são o primeiro passo num processo de melhoria. O julgamento, justificado ou não, impede-o.

Um Mês de Blog

Há um mês e picos aceitei o desafio de escrever no blog todos os dias. Algumas conclusões:

  1. É lixado encontrar algo sobre o que escrever todos os dias. Se calhar para algumas pessoas é fácil. Para mim não. A minha vida não é assim tão interessante. 
  2. Ganhei verdadeiro apreço por páginas que permitam encontrar imagens bonitas com licença de utilização gratuita. www.pexels.com e http://compfight.com , obrigado!
  3. A idea de que um hábito se forma em 21 dias é uma treta. Alguns dias é um prazer escrever, mas noutros continua a ser um esforço.
  4. É extremamente gratificante ver que há malta a ler isto todos os dias. A todos vós, OBRIGADO!
  5. Isto não é nem mais nem menos agradável do que escrever para o trabalho ( www.distantjob.com/blog ) e do que escrever as minhas novelas de ficção fantástica. É um tipo de escrita diferente. Não é um escape. Mas é treino. Depois de um mês, sinto que sou ligeiramente melhor a articular o que me vai na alma.

Como dizia o He-Man: “É tudo, minha gente!”

Ingenuidade, ou preguiça?

Nunca tivemos tanta informação à nossa disposição. 

De forma legítima ou ilegítima, temos acesso a noticias, testemunhos, estudos científicos, manuais técnicos e muitos outros tipos de informação que há década e meia atrás só eram acessíveis a classes profissionais específicas, ou a uma elite social.

Podemos ter a necessidade ocasional de consultar um especialista para decifrar um pedaço de informação especialmente nebulosa. Mas regra geral, temos dados suficientes para ponderar e formar uma opinião informada. Basta investir um pouco de tempo, fazer um pouco de esforço.

Porque que é que, então, cada vez mais pessoas parecem contentes em aceitar a primeira coisa que ouvem quando ligam a televisão, as primeiras palavras que lêem no Facebook do amigo com quem não falam há cinco anos?